sábado, 25 de setembro de 2010

A verdadeira biografia da Dilma Rousseff

A verdadeira biografia da Dilma Rousseff

Por  Kelly Girão 13/09/2010

Maressa Vieira, Engenheira e Professora
Nesta altura em que a campanha política ganha um rumo extremamente interrogativo quanto à verdade de fatos que a mídia reforça, confirmando sua tendência de apoio, cumpre-me lembrar aos brasileiros ainda indecisos que, não obstante as posições político partidárias pessoais, os números afirmam que jamais se verificou no Brasil um boom econômico como no governo Lula e nenhum presidente teve tanta projeção no cenário internacional. Que Lula faz um governo populista? Posso dizer que ainda bem que surgiu alguém com o compromisso de minimizar a pobreza existente, afinal, vivemos numa democracia.

Antes e durante o governo Lula muito se falou do “analfabeto” e o que ele conseguiu nesses dois anos de mandato exprimem que determinação, vontade política de reversão do quadro em que o Brasil estava é questão de assumir, independentemente da questão intelectual, um projeto de transformação no país. Esse mérito é do Lula.

Agora os opositores reclamam que Dilma que não tem experiência. Que tipo de experiência seria necessária para esta mulher estar preparada para governar o Brasil? Diante do exposto no histórico de vida da Dilma, convém observar que se trata de uma bela biografia. Ela sempre foi política, envolvida numa luta para e pelo Brasil, um Brasil em que os seus filhos tivessem direitos: à liberdade, em especial. Mas, reportando-me aos tempos da formação da equipe de governo do Lula, Dilma estava lá e se preparou obviamente; Lula percebeu seu potencial e a lançou candidata. Ele pensa no Brasil e à Dilma confia o legado que construiu. Dilma tem luz própria e entende de política, de metas, de visão de futuro, discute com propriedade qualquer tema.
Que pensar do governo de uma mulher? Não vejo preconceito acentuado; acredito em um novo olhar sob como “atacar” pontos que transformem significativamente o Brasil para que o caminho se torne ainda mais promissor, como educação, saúde, pois é função do governo proporcionar o desenvolvimento. Somos cientes dos avanços, uns lentos, mas em geral o Brasil tem melhorado em vários aspectos e isso gera otimismo.
Penso que a maioria das pessoas carrega certa preocupação quando imagina o país desvinculado do trabalho feito por Lula, julgando não ser privilégio tal atenção inerente às carências nunca atendidas antes desde este governo e, deparando-se com tal dúvida, depositarão a esperança de uma economia estável sob o comando de Dilma. Além disso, como em quatro anos teremos a Copa do Mundo, muitos projetos de infraestrutura devem ser aplicados, com o apoio da iniciativa privada também, enfatizando que mais políticas públicas englobam o processo democrático de forma mais forte e ampla.
As tendências das pesquisas em favor de Dilma Rousseff apontam crescimento e com isso, fica mais próxima a confirmação da onda vermelha no Brasil – PT!

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Campanha Anti-Lula

Piti de Serra

Trajetória...

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Dilma na Revista Gloss

Dilma foi entrevistada pela Revista Gloss de setembro.
 

Com vocês, Dilma Vana Rousseff, dos 20 aos 30:
 
Eu era….mais jovem
Eu queria ser...Forte e invisível
Na minha casa…conspirava-se pelo país
Eu encanava com...Ideias contra o povo
E acreditava em...Mudar o mundo
Tinha medo de…não conseguir mudar nada
Achava graça em...Filmes dos irmãos Marx
Chorava com...A falta de oportunidade para o trabalhador
Não vivia sem...Esperança
Tinha mania de…buscar soluções
Meus três melhores amigos eram…três grandes amigos e amigas
Eu tinha como hérois...Todos que lutavam contra a ditadura
Meu Sex Simbol... Che Guevara
O amor era…lindo
Meu livro de cabeceira era…emprestado
Meu vinil favorito era...Os da Edith Piaf (cantora chamada de "A voz da França")
Meu sapato favorito era... mocassim marrom
No meu armário não faltava…conforto
Minha balada preferida…. A Balada de Narayama(filme dirigido por Shoei Imamura que retrata um Japão assolado pelas guerras e pela miséria)
Minha luta era...Pela liberdade
Meu maior fora foi…chegar na hora errada
Minha bola dentro...escolher os amigos...
As pessoas achavam que...Eu ia desistir
Mas eu jurava... Nem morta!
O que eu mais ouvia….”calma”
Eu me sentia livre... quando podia seguir mudando
Rezava por/para...Mais liberdade
Meu ponto fraco…é o meu ponto forte: não desistir
Meu grande charme…você é quem diz
No chuveiro eu cantava….Granada (canção mexicana escrita por Augustín Lara em 1932)
De madrugada eu….planejava
Meu meio de transporte era...meus pés
Eu tinha ilusão de…poder voar
Se alguém dissesse que eu seria presidente…ficaria desconfiada da sanidade mental da pessoa
 
 
 
Fala, se depois dessa entrevista vcs não tem mais orgulho da nossa futura presidenta!?

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

A CRONOLOGIA DA BALA DE PRATA

A CRONOLOGIA DA BALA DE PRATA




Por Alberto Bilac de Freitas *



Para se entender a lógica desse episódio da violação do sigilo fiscal de Verônica Serra, a gênese de tudo e as entranhas da que seja, talvez, a mais bem-urdida trama de espionagem político-eleitoral jamais tentada, há que se raciocinar como um deles; há que pensar como um, digamos, operador das profundezas do subterrâneo malcheiroso em que se transformaram o entorno e o núcleo da entourage próxima a José Serra.



A cronologia do bestialógico:



2005 – Passado o ápice do mensalão, Serra avaliava que Lula seria reeleito em 2006. A partir daí, seguiu-se o roteiro de empurrar Alckmin para a derrota anunciada. Decidira-se desde aí, que a chance de Serra seria em 2010, quando Lula já não poderia ser candidato. Mas o núcleo da inteligência serrista, coordenado por Marcelo Itagiba, sugeriu um laboratório do que seria aplicado em 2010: o escândalo dos aloprados, em 2006, por pouco não derrota Lula. Mas o objetivo era esse mesmo: um teste, para ver se o método aplicado com sucesso em 2002 com o caso Lunus, implodindo a candidatura Roseana, poderia ser reeditado. A armação com o delegado Edmilson Bruno, levando a eleição presidencial para o segundo turno, mostrara a viabilidade do método.



2008 – Com a articulação de Aécio Neves para o ser o candidato do partido em 2010, o staff de Itagiba começa a fazer um trabalhinho miúdo sobre o mineiro; coisa de pequena monta, que não inviabilizasse o apoio deste a Serra, no futuro, mas o suficiente para afastá-lo da disputa. Quando os esbirros de Serra na mídia lançaram a senha: Pó pará, governador! Aécio entendera que a turma era da pesada e não estava para brincadeiras. Nasceu aí o contra-ataque aecista: Amauri Ribeiro Júnior, então em um periódico mineiro, encabeçaria o projeto do contra-ataque e municiaria a artilharia mineira. Essa batalha subterrânea duraria até o final de 2009, quando Aécio recuaria.



2009 – Durante a batalha entre os dois grupos tucanos, Serra fica sabendo da farta e explosiva munição recolhida por Ribeiro Jr. O núcleo de sua equipe de inteligência, coordenado por Itagiba e que o acompanha desde os tempos do Ministério da Saúde, o adverte então: o material era nitroglicerina pura. Urgia providenciar um fogo de barragem, que pudesse ao menos minimizar o estrago quando o material viesse a público. Nasceu então, aí, nesse espaço-tempo, o hoje famoso dossiê "quebra de sigilo de Verônica Serra"! Notem que os personagens envolvidos na 'quebra de sigilo' são os mesmos do livro do Amauri: José Serra, Ricardo Sérgio de Oliveira, Gregório Marin Preciado, Mendonça de Barros e Verônica Serra (aí leia-se também Verônica Dantas e seu irmão, o querubim Daniel). Eduardo Jorge foi inserido aí como seguro. Próximo a FHC, mas não de Serra, EJ era o seguro contra qualquer atitude intempestiva de FHC, sabidamente não confiável, para que se mantivesse quieto quando a artilharia pesada viesse à tona.



2009 – Tomada a decisão, parte-se para o fogo de barragem. A parte mais fácil foi a montagem da 'quebra' de sigilo fiscal das vítimas. A incógnita, até agora, é que tipo de envolvimento tem o laranja Antônio Carlos Atella com a operação. Se é apenas mais um cavalo, o clássico operador barato, facilmente descartável, com acesso a algumas informações úteis e suficientes e lançador da isca fundamental: "Não me lembro quem foi... com certeza é alguém que quer prejudicar o Serra". Ou se é alguém orgânico, um insider dos intestinos itajibistas!



2010 – Com a desistência de Aécio, o grupo fica com a arma na mão, à espera da publicação do livro. É aí que se opera a clivagem para o quadro definitivo que vemos hoje: não é suficiente esperar o ataque do Aécio, que pode não vir, já que o mineiro recolheu suas baterias para o front de Minas Gerais. É preciso partir para o ataque. Além de neutralizar o grupo de Aécio, jogar pensando na frente, em fubecar a campanha de Dilma Roussef.



Reeditar o mesmo estratagema de 2006. Ganhar a eleição na mão grande. O delegado Onésimo (outro que acompanha o grupo desde os tempos do bureau de inteligência do Ministério da Saúde) seria despachado para contactar o inimigo. Pausa. Agora recortem os informes dos integrantes do ex-comitê de inteligência de Dilma: tanto Lanzetta quanto Amauri reportam que Onésimo sugeriu insistentemente ao comitê, a realização de ações de contra-inteligência contra Serra.



O azar deles é que Amauri, jornalista macaco velho e com conhecimento da comunidade de informações, sentiu logo o cheiro de queimado e cortou, de pronto, as ofertas de Onésimo. Não houvesse a negativa de Amauri, o passo seguinte de Onésimo seria a oferta do dossiê (já pronto) com a quebra de sigilo fiscal dos 05 tucanos. Estaria pronta e armada a reedição do escândalo dos aloprados em sua segunda versão. A campanha de Dilma não resistiria. A versão dos aloprados de 2006, perto desta, seria pinto. Era o modo mais seguro de Serra se eleger presidente. Esse é o modus operandi de Serra.



Com a recusa do ex-comitê de Dilma em morder a isca, tiveram que refazer o plano. O PT aprendera com os aloprados de 2006. Dilma, nesse ponto, muito mais impositiva que Lula, decepa no nascedouro o comitê de inteligência. O projeto original se complicara. Com o dossiê pronto desde 2009, a solução era vazá-lo, aos poucos, para a mídia parceira. Primeiro, vaza-se o EJ. Cria-se uma comoção (se bem que EJ, como vítima, não ajuda muito). Depois, a conta gotas, vem o restante: Ricardo Sérgio, Marin Preciado e Mendonça de Barros. E por fim, a cereja do bolo: Verônica Serra. Observem que o momentum foi escolhido a dedo por Serra: a entrevista em um grande telejornal! De novo, a semelhança: em 2006, os pacotes de dinheiro do delegado Bruno saíram no Jornal Nacional, da Globo; agora, o momento 'pai ultrajado' de Serra, foi encenado no Jornal da Globo! A intelligentsia serrista já foi mais original.



Diante desse quadro, o leitor inquieto deve estar se perguntando: o que deve fazer o PT e a campanha de Dilma? Assistir, inertes, a mais uma escalada golpista, como foi a de 2006? Tentar fazer o contraponto em uma mídia claramente parcial, golpista e oposicionista, conforme confessou dona Judith Brito, diretora da ANJ? O que fazer? O governo sabe onde está o antídoto ao veneno golpista da oposição! Não sei até que ponto o jornalista Amauri Ribeiro Júnior está integrado à campanha de Dilma Roussef. Também não sei até que ponto vai o empenho dele em livrar o país do ajuntamento político mais nefasto que o infesta, desde a redemocratização. O fato é que o seu livro, Os Porões da Privataria, é esse antídoto! Esse livro, verdadeira bateria anti-aérea que pode abater o núcleo duro do tucanato ligado à Serra, e o próprio Serra, de uma só vez, pode ajudar o Brasil a virar uma das páginas mais negras de seu curto período democrático!



Fonte: Do Blog do Nassif

Top 10 #DilmaFactsByFolha

Top 10 #DilmaFactsByFolha



10) Foi a Dilma que mostrou o fruto proibido a Eva



9) Moisés rodou 40 anos no Deserto do Sinai, porque Dilma escondeu o mapa.



8) Deus ia fazer o mundo em 4 dias mas houve atraso na obra do PAC



7) A Al-Qaeda era só um grupo de árabes nerds, fãs de RPG e aeromodelismo. Até conhecerem a Dilma.



6) Dilma gostava de apertar campainha e sair correndo. "Ela fez isso duas vezes na minha casa", revela ex-vizinha indignada



5) Folha de São Paulo: "Descoberto plano de Dilma para secar o Aquífero Garani"



4) Erro de Dilma nos cálculos provocou inclinação da Torre di Pisa



3) Dilma Roussef inventou a vuvuzela.



2) Folha de São Paulo: "Dilma lava as mãos. Cristo é crucificado"



E o #1 entre todos os #DilmaFactsByFolha:



1) Serra lamenta: a Dilma me indicou o Shampoo



E o dia mal começou...



http://capitao-obvio.blogspot.com/2010/09/top-10-dilmafactsbyfolha.html

domingo, 5 de setembro de 2010

Sobre...

Este espaço servirá para colocar um pouco sobre o que penso, vivo e vejo....
Principalmente nesse período de eleições vou poder colocar um pouco mais sobre o que acho justo e aquilo que defendo.